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ESTUDIOSOS DO LAZER COMO DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS?
 
     ESTUDIOSOS DO LAZER COMO DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS?
     LEISURE STUDENTS AS HUMAN RIGHTS DEFENDERS?
     ¿ESTUDIANTES DE OCIO COMO DEFENSORES DE DERECHOS HUMANOS?


Autor(es):
McGrath, Richard


Periódico: Revista Brasileira de Estudos do Lazer

Fonte: Revista Brasileira de Estudos do Lazer; v. 8 n. 2 (2021): mai./ago.|Dossiê Lazer e Direitos Humanos; 14-37

Palavras-chave:


Resumo: O lazer como um direito humano foi incorporado em várias convenções e declarações internacionais, começando com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948). Atualmente, mais de 25 declarações, convenções e/ou pactos criados por uma variedade de organizações internacionais e regionais identificam o lazer como um direito humano. Embora haja um consenso global sobre o lazer como um direito humano, ainda existem vários desafios. Cumprir o direito ao lazer não é apenas um desafio em níveis individual, comunitário e nacional, mas, também, para os estudiosos que trabalham na área do lazer. Qual o papel dos estudiosos do lazer no que diz respeito ao lazer como um direito humano? Embora alguns pesquisadores de estudos do lazer tenham explorado aspectos relacionados ao lazer e aos direitos humanos, isso foi limitado (VEAL, 2015). Garantir que o lazer seja promovido como um direito humano requer apoio, ações e defesa de todos os envolvidos nos estudos do lazer. É necessário empreender uma ação coletiva para defender o lazer como um direito humano, por meio de pesquisas e de liderança em prol desse direito. Este artigo analisa a questão da defesa acadêmica do lazer como um direito humano, bem como identifica estratégias potenciais que os estudiosos do lazer poderiam adotar para defender os direitos humanos.