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Aplicação do programa de regionalização do turismo em uma instância de governança regional no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil
 
     Aplicação do programa de regionalização do turismo em uma instância de governança regional no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil
     
     


Autor(es):
Xavier, Thiago Reis
Totti, Kézia Ávila Soares
Raddatz, Sandra Mari Flores


Periódico: Turismo, Visão e Ação

Fonte: Turismo: Visão e Ação; v. 23 n. 1 (2021): Janeiro-Abril; 86-109

Palavras-chave:


Resumo: O presente estudo tem como objetivo analisar os mecanismos de governança turística do Fórum Regional de Turismo – Região Central, Rio Grande do Sul, Brasil. Trata-se de uma Instância de Governança Regional instituída para atender aos objetivos do Plano Nacional de Turismo (PNT) e do Programa de Regionalização do Turismo (PRT), e inserir a Região Central do Rio Grande do Sul no mapa do turismo brasileiro elaborado pelo Ministério do Turismo. Para tal, foi realizado um estudo de caso, qualitativo e descritivo, conduzido por meio de um roteiro de entrevistas semiestruturado elaborado a partir do modelo teórico proposto por Xavier (2016). Ele é organizado em seis categorias que abordam variáveis como: contexto histórico e cultural (1); formalização e estrutura, normas e regras (2); interação entre os atores e uso dos recursos locais (3); poder, confiança, conflito e interesses (4); transparência e prestação de contas (5); e Padrão de Arranjo Institucional (6). Como fontes foram selecionados três atores que atuaram como coordenadores do Fórum Regional de Turismo entre 2011 e 2018. A interpretação e a análise dos dados seguiram a metodologia de análise de conteúdo. Como resultados, observou-se que a falta de um Estatuto e de Plano Regional de Turismo prejudica as ações do Fórum, especialmente no que diz respeito à obtenção de recursos financeiros para desenvolvimentos de maiores práticas na região e elaboração de práticas conjuntas visando ao desenvolvimento do turismo regional. Sugerem-se a elaboração de um Plano Regional e a criação do estatuto interno, para que se possam viabilizar a formalização e as práticas de cooperação no âmbito do Fórum.