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SENSEMAKING: PRODUÇÃO DE SENTIDO NA EXPATRIAÇÃO
 
     SENSEMAKING: PRODUÇÃO DE SENTIDO NA EXPATRIAÇÃO
     
     


Autor(es):
Gallon, Shalimar
Faculdade Meridional Escola de Administração Programa de Pós-Graduação em Administração
Foschiera, Luiza Bortoli
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul


Periódico: Revista Eletrônica Ciências da Administração e Turismo

Fonte: Revista eletrônica Ciências da Administração e Turismo; v. 10, n. 2 (2022); 21-37 PDF

Palavras-chave:
Administração; Gestão de Pessoas; Expatriação; Sensemaking; Produção de Sentido; Karl Weick; Expatriação


Resumo: A expatriação tem sido uma maneira eficiente de conduzir os negócios internacionais, no entanto, diversas pesquisas mostram os insucessos do processo, principalmente, em função da adaptação do empregado no outro país. Para tanto, sugere-se novos olhares teórico ao processo para entender o processo de expatriação, tais como a teoria de sensemaking de Weick (1995). Com o objetivo de analisar o processo de expatriação à luz da teoria de sensemaking de Weick (1995), esse ensaio teórico traz argumentos para corroborar que a expatriação não é somente uma questão de adaptação do empregado e que as ferramentas gerenciais disponíveis não contribuem para a adaptação do indivíduo, bem como para o sucesso da expatriação. A expatriação está relacionada com a criação de sentido e de uma identidade para o indivíduo, características importantes para o desenvolvimento de sensemaking. Entende-se, portanto, que a adaptação do expatriado será em função do que aquela nova realidade representar para ele e as relações criadas facilitarão o processo de adaptação. Como contribuição gerencial, mostra-se a simplicidade do conceito de expatriação, o qual é enquadrado em um conceito temporal e territorial, sendo que ele se mostra ser um conceito mais amplo do que aquele que é apresentado pela literatura.